Taxas de CD chegam a 4,35% ao ano nesta segunda-feira; saiba onde aplicar
As taxas de certificado de depósito (CD) permanecem significativamente acima da média nacional nesta segunda-feira, 7 de setembro de 2026. A taxa mais alta disponível no mercado é de 4,35% ao ano, oferecida pelo Marcus by Goldman Sachs em CDs com vencimento em 18 meses.
Este cenário favorável aos depositantes resulta das decisões do Federal Reserve nos últimos períodos. O banco central norte-americano reduziu sua taxa de juros alvo três vezes durante 2025 e deixou as taxas inalteradas em 2026. Essas mudanças afetaram diretamente as taxas de contas de depósito, criando uma oportunidade para os poupadores bloquearem as taxas altas atuais através de certificados de depósito.
Para contextualizar a atratividade das ofertas presentes, a média nacional de taxas de CD está em 1,71% ao ano para aplicações com prazo de um ano, conforme dados do FDIC. As taxas de CD disponíveis nesta segunda-feira encontram-se entre as mais altas dos últimos vinte anos, impulsionadas pelos esforços do Federal Reserve em combater a inflação mediante manutenção de juros elevados.
Ao considerar a abertura de um CD, é fundamental escolher uma aplicação com elevada taxa anual de rendimento (APY) e um prazo condizente com seus objetivos financeiros. Recomenda-se comparar ofertas de diversas instituições financeiras antes de tomar decisão. Bancos digitais geralmente apresentam menores custos operacionais, permitindo-lhes oferecer taxas mais competitivas em CDs comparado a instituições bancárias tradicionais.
É importante verificar os requisitos de depósito mínimo associados às taxas mais altas, uma vez que podem estar vinculados a montantes significativos. Além da taxa de rendimento, deve-se examinar as condições contratuais, incluindo penalidades por saque antecipado e políticas de renovação automática. Alguns CDs oferecem maior flexibilidade, como os CDs sem penalidade, que permitem resgate dos fundos antes do vencimento sem incidência de taxas.
Os bancos e cooperativas de crédito oferecem diferentes opções de prazos, incluindo CDs de 6 meses, 1 ano, 18 meses e 2 anos, cada qual apresentando seu próprio perfil de risco e retorno. Os CDs de 18 meses, por exemplo, proporcionam equilíbrio entre retornos sólidos e flexibilidade relativa. Um CD de 2 anos permite bloquear uma taxa garantida sobre suas economias pelos próximos 24 meses. Para quem busca manter maior liquidez, os CDs de 6 meses oferecem a possibilidade de garantir rendimento sem amarrar recursos por período prolongado.
Dadas as perspectivas para 2026, especialistas avaliam diferentes cenários para evolução das taxas de CD ao longo do ano restante. A decisão sobre abertura de CD neste momento repousa na análise individual de cada investidor, considerando seus objetivos financeiros, horizonte temporal e necessidade de liquidez.
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