KNRI11 lucra R$ 25,3 mi em maio e mantém distribuição de R$ 1,10 por cota
O KNRI11 divulgou resultado financeiro de R$ 25,322 milhões referente ao mês de maio, resultado da geração de receitas de R$ 30,648 milhões frente a despesas de R$ 5,325 milhões. O fundo manteve a distribuição aos cotistas em R$ 1,10 por cota, preservando o padrão de previsibilidade dos fluxos de rendimento. Conforme comunicado da administração divulgado em 29 de maio, os rendimentos serão pagos em 15 de junho de 2026, reforçando a regularidade do cronograma de proventos.
No portfólio, o Complexo Rochaverá apresentou avanços operacionais significativos. A CBRE concluiu ampliação de 140 metros quadrados na Torre Crystal, criando novas áreas para ocupação e melhoria do mix de locatários. Três unidades anteriormente ocupadas pela Senner Setepla foram realocadas, elevando a ocupação da torre para aproximadamente 98% ao final de maio, refletindo a demanda resiliente por espaços corporativos de qualidade.
Os indicadores de vacância apresentaram melhora marginal. A vacância física recuou de 4,20% para 4,09%, enquanto a vacância financeira caiu de 5,41% para 5,39%. A vacância financeira ajustada por carências também reduziu, passando de 5,61% para 5,59%, sinalizando tração comercial consistente e gestão ativa na retenção e prospecção de inquilinos. A gestão do fundo segue atuando na comercialização dos espaços remanescentes, com estratégia direcionada à manutenção de ocupação elevada e à preservação da renda recorrente.
O KNRI11 detém portfólio composto por 19 ativos, sendo 12 torres de escritórios e sete centros logísticos, com base locatária superior a 150 empresas. As receitas permanecem concentradas em escritórios, respondendo por 59,31% do total, enquanto a logística representa 40,69%, formando um portfólio diversificado por segmentos e inquilinos. Em termos contratuais, o fundo possui 53,05% de receitas provenientes de contratos típicos e 46,95% de contratos atípicos.
A indexação das receitas é majoritariamente atrelada ao IPCA, representando 70,31% dos contratos, com o IGP-M respondendo por 29,69%. O prazo médio global dos contratos é de 9,48 anos, com 7,85 anos em escritórios e 11,85 anos em logística. O prazo remanescente médio de 3,12 anos sustenta a previsibilidade dos rendimentos do fundo, mitigando volatilidades conjunturais no mercado de locação.
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