C&A projeta segundo semestre positivo após impacto da Copa nas vendas
A C&A projeta um segundo semestre positivo com avanço consistente até o final do ano, impulsionado pela retomada no fluxo de vendas. A afirmação foi feita pelo presidente da varejista, Paulo Correa Junior, durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre.
De acordo com o executivo, a rede de varejo está observando uma volta do fluxo de vendas para o mesmo patamar registrado antes da Copa do Mundo, após uma queda atípica causada pelo evento esportivo. Correa Junior foi enfático ao comentar o impacto da Copa no desempenho do período: "Nosso crescimento no trimestre seria certamente maior se não houvesse Copa do Mundo".
No segundo trimestre, a C&A registrou lucro líquido ajustado de R$ 130,1 milhões, representando um crescimento de 4,3% em relação ao período equivalente do ano anterior. A companhia também apresentou um Ebitda ajustado de R$ 1,96 bilhão durante o período.
Regardante aos estoques e margens brutas, o executivo da C&A afirmou não esperar impactos negativos na margem bruta para o segundo semestre, apesar do aumento no volume de produtos importados. "A gente entende que tem um nível bastante controlado e bastante claro e saudável de estoque nesse momento", declarou Correa Junior.
O presidente destacou que a companhia conta com ferramentas de gestão de precificação e distribuição mais granular para auxiliar na gestão de margem durante o segundo semestre. Essas ferramentas devem contribuir significativamente para a jornada da empresa nesta reta final do ano.
No mercado de ações, as ações da C&A caíram 6,07% até às 12h55, cotadas a R$ 9,13, apresentando o pior desempenho do índice acionário brasileiro Ibovespa, que subia 0,36% no mesmo horário.
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