Trustee ligada ao Banco Master é alvo de nova fase da Operação Carbono Oculto
A Operação Fluxo Oculto, deflagrada na quinta-feira, colocou no centro das investigações uma rede de fundos de investimento. Segundo decisão da Justiça de São Paulo, os fundos teriam sido utilizados para ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro, ligados ao desvio de nafta petroquímica e adulteração de produtos.
A Trustee, custodiante dos fundos investigados, possui vínculos com o Banco Master. A instituição financeira aparece como intermediária nos movimentos financeiros suspeitos apontados pelas autoridades. A investigação aponta uma estrutura sofisticada de movimentação de recursos através dos fundos de investimento.
A operação representa a continuidade das investigações iniciadas com a Operação Carbono Oculto original. As autoridades competentes buscam rastrear a origem e destino dos recursos movimentados através desta rede de fundos.
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