Pesquisas mostram disputas acirradas em governos de seis estados brasileiros
O Monitor Eleitoral, agregador de pesquisas da Inteligov divulgado em parceria com a EXAME, apresenta um panorama diversificado das disputas eleitorais em seis estados brasileiros, com cenários que variam de lideranças confortáveis a corridas praticamente empatadas.
No Espírito Santo, o ex-governador Ricardo Ferraço lidera a corrida pelo governo estadual com 34,81% das intenções de voto. Contudo, o segundo colocado, Lorenzo Pazolini, apresenta uma votação significativa de 30,84%, demonstrando que o resultado ainda está em aberto, com uma diferença de apenas 3,97 pontos percentuais entre os principais candidatos.
Em Minas Gerais, o senador Cleitinho, filiado ao Republicanos, mantém ampla liderança com 38,85% das intenções de voto. De acordo com a rodada mais recente do Monitor Eleitoral, houve uma mudança na briga pela segunda colocação, com Patrus se isolando nessa posição.
São Paulo apresenta uma disputa mais aberta para a reeleição. O atual governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, segue na liderança com 47,87% das intenções de voto. Importante registrar que Fernando Haddad subiu para 32,18%, reduzindo a margem de diferença para 15,69 pontos percentuais.
No Paraná, o senador Sergio Moro, filiado ao PL, mantém uma liderança mais confortável com 43,12% das intenções de voto. Requião Filho, que ocupa a segunda posição, alcançou 22,15%, deixando uma diferença de 20,97 pontos percentuais em relação ao líder.
No Rio Grande do Sul, o deputado federal Luciano Zucco, do PL, continua na liderança com 33,48% das intenções de voto, mas segue pressionado de perto por Juliana Brizola, do PDT, que registra 29,83%, uma margem de apenas 3,65 pontos percentuais. Essa configuração coloca o estado entre os de competição mais acirrada.
Em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello, do PL, segue com a maior margem de vantagem entre os seis estados analisados. Ele lidera a corrida pela reeleição com 51,19% das intenções de voto. Conforme registrado na rodada mais recente do Monitor Eleitoral, tanto o primeiro colocado quanto os demais candidatos perderam fôlego em comparação com levantamentos anteriores.
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