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Pão movimenta R$ 19,4 bilhões no foodservice, mas consumo recua 25%

🕐 16/10/2026 às 06:00 👁 6 visualizações
Pão movimenta R$ 19,4 bilhões no foodservice, mas consumo recua 25%
Levantamento do Instituto Foodservice Brasil mostra que o pão continua relevante no setor, movimentando R$ 19,4 bilhões nos 12 meses até junho de 2026, apesar de queda de 25% no número de transações e redução de 21% no preço médio.

O pão segue como um dos itens mais importantes do foodservice brasileiro, apesar de sinais de desaceleração no consumo. Segundo levantamento do Instituto Foodservice Brasil (IFB), em parceria com a WISE Sales, o alimento movimentou R$ 19,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho de 2026. Os dados integram o CREST, sistema que acompanha o foodservice, termo utilizado pelo setor para englobar o consumo de alimentos e bebidas fora do lar, incluindo restaurantes, padarias, cafeterias, lanchonetes, bares e outros estabelecimentos de alimentação.

O volume de transações, porém, apresentou retração significativa. Foram registradas cerca de 1,2 bilhão de compras envolvendo pão no período, um volume 25% inferior ao registrado um ano antes. Além disso, o preço médio do produto caiu 21% durante os 12 meses analisados. Apesar dessa contração, o produto permanece amplamente distribuído no mercado, aparecendo em 31% dos cardápios de estabelecimentos de alimentação fora do lar.

A queda contrasta com o desempenho recente do setor. Em 2024, o consumo de pão no foodservice havia alcançado 1,6 bilhão de transações, com crescimento de 4% no volume de compras. A inversão dessa tendência ocorre em um contexto mais amplo de desaceleração da panificação brasileira. De acordo com dados do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (IDEAL), o fluxo de clientes nas padarias recuou 2,31% entre janeiro e maio de 2026, mesmo com alta do faturamento e do ticket médio do setor.

A mudança no perfil de consumo também se mostra relevante. Segundo a pesquisa do IFB, a praticidade respondeu por 45% das ocasiões de consumo, tornando-se o principal motivo para escolha do produto. O conceito de conveniência no setor de alimentação reúne atributos como rapidez, facilidade de acesso e adaptação à rotina dos consumidores. Na comparação com o ano anterior, esse indicador avançou 8%. Em contrapartida, o consumo motivado por indulgência recuou na mesma proporção, para 41%. O conceito define escolhas feitas principalmente por prazer, satisfação pessoal ou recompensa emocional, independentemente da necessidade funcional da refeição.

Esse comportamento reflete-se também nos horários de consumo. As refeições matinais concentram 48% das ocasiões envolvendo pão, consolidando o produto como elemento central dos cardápios de café da manhã no setor foodservice.

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Fontes
🔗 InfoMoney (fonte principal) 🔗 Suno: B3 (B3SA3): opções movimentam quase R$ 3 bilhões em um dia; entenda esse mercado

Matéria reescrita por inteligência artificial do Pense Mercado a partir das fontes acima, sob as regras da nossa política editorial. Não constitui recomendação de investimento.

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