Mizuho aumenta preço-alvo da Archrock; JPMorgan reduz de Petrobras em 3 de junho
A Archrock, Inc., fornecedora líder de serviços de compressão de gás natural sob contrato para clientes da indústria de petróleo e gás natural em todo os Estados Unidos, recebeu uma reavaliação positiva da Mizuho. Em 3 de junho, a instituição elevou seu preço-alvo sobre as ações da companhia de USD 38 para USD 40, enquanto manteve a recomendação de 'Outperform' sobre os papéis. O aumento do alvo representa um potencial de valorização de aproximadamente 14% em relação ao preço atual das ações.
Apesar da Archrock ter apresentado resultados abaixo das estimativas de receita e lucro em seu relatório do primeiro trimestre no mês anterior, a companhia demonstrou desempenho positivo em métricas ajustadas. O EBITDA ajustado cresceu aproximadamente 12% em comparação ao mesmo período do ano anterior, atingindo USD 221 milhões. Já o lucro líquido foi de USD 73,8 milhões, representando um aumento de 4,1% comparado ao primeiro trimestre do ano anterior. A margem bruta ajustada do trimestre foi de USD 237,6 milhões, registrando um crescimento de 13% frente aos USD 210,6 milhões do primeiro trimestre de 2025.
A Archrock reafirmou que permanece no caminho para cumprir sua orientação de EBITDA ajustado para 2026, na faixa de USD 865 milhões a USD 915 milhões. A companhia também reafirmou seu plano de investimento de crescimento de USD 250 milhões a USD 275 milhões para o ano.
No mesmo dia 3 de junho, o JPMorgan reduziu seu preço-alvo sobre a Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras de USD 24 para USD 23, mantendo a recomendação de 'Overweight' sobre os papéis. A redução do alvo, que ainda indica um potencial de valorização de aproximadamente 30% em relação aos níveis atuais, ocorreu após a atualização do modelo de análise pela instituição.
A Petrobras reportou uma queda nos lucros e ficou aquém das expectativas em seu relatório do primeiro trimestre no mês anterior, em parte pelo fato de que o impacto dos preços de petróleo mais altos decorrentes da situação entre Estados Unidos e Irã ainda não havia se refletido completamente nos resultados. A companhia espera sentir esse impacto a partir do segundo trimestre.
O relatório do primeiro trimestre também indicou que a Petrobras tornou-se cada vez mais dependente de suas exportações para gerar receita. Enquanto a receita de exportações cresceu 28,3% ano a ano durante o primeiro trimestre, a receita da gigante petrolífera brasileira proveniente de vendas em seu mercado doméstico caiu 9,4%.
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