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Mauro Vieira refuta legitimidade de argumentos americanos para novas tarifas ao Brasil

🕐 04/06/2026 às 15:00 👁 5 visualizações
Mauro Vieira refuta legitimidade de argumentos americanos para novas tarifas ao Brasil
O ministro das Relações Exteriores afirmou que os EUA não têm argumentos legítimos para impor tarifas. Brasil apresentou respostas sobre práticas comerciais e trabalho forçado e espera que sejam consideradas nas negociações.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, negou a legitimidade dos argumentos apresentados pelos Estados Unidos para justificar novas tarifas impostas ao Brasil. Em entrevista concedida à GloboNews, o chanceler afirmou que o país apresentou todas as informações necessárias para responder às acusações americanas e que espera estas respostas sejam consideradas durante as negociações com a Casa Branca.

"Demos todas as informações necessárias. O que nós esperamos é que isso tudo seja levado em conta e que fique comprovado que não há por que sermos objetos de tarifas, porque todos os argumentos apresentados nós provamos que não são legítimos", declarou Mauro Vieira.

Nesta quarta-feira, 3, o chanceler brasileiro se encontrou em Paris com Jamieson Greer, representante para Comércio dos Estados Unidos. Segundo relato de Vieira, Greer demonstrou disposição para dialogar sobre as novas taxações.

A tensão comercial entre os países tem origem na investigação da Seção 301, encerrada na segunda-feira, 1º. Naquela data, o Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Entre os pontos de investigação estão o Pix, o desmatamento ilegal, medidas brasileiras anticorrupção, a taxação do etanol e questões relacionadas à preservação da propriedade intelectual que afetam os Estados Unidos.

Um dia após esta primeira recomendação, o USTR propôs uma segunda tarifa de 12,5% sobre o Brasil por supostas falhas no combate ao comércio de produtos fabricados com trabalho forçado. A mesma medida atingiu outros 59 países.

As tarifas ainda não entraram em vigor. O prazo para negociações se estende até 6 de julho, data em que será realizada uma audiência para ouvir representantes brasileiros e americanos antes de uma decisão final ser tomada.

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Fontes
🔗 InfoMoney (fonte principal) 🔗 Money Times: Chanceler Mauro Vieira diz que argumentos dos EUA para novas taxações não são le

Conteúdo reescrito pelo Pense Mercado com base nas fontes acima. Não constitui recomendação de investimento.

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