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Itaú BBA eleva preço-alvo da Lojas Renner para R$ 18, mas prefere C&A no varejo

🕐 01/06/2026 às 15:00 👁 0 visualizações
O Itaú BBA aumentou o preço-alvo da Lojas Renner de R$ 16 para R$ 18 e mantém recomendação de compra, mas continua preferindo C&A como melhor oportunidade no setor varejista.

O Itaú BBA elevou o preço-alvo para a Lojas Renner de R$ 16 para R$ 18, implicando valorização de aproximadamente 21%. A instituição também alterou a recomendação da varejista para compra, fundamentada em um retorno total ao investidor atrativo e revisões limitadas de risco de queda no curto prazo.

A atualização das estimativas ocorreu após o primeiro trimestre de 2026 e uma visita recente ao Centro de Distribuição de Cabreúva. Com base nessa análise, o Itaú BBA elevou as projeções de lucro líquido em 4% para 2026 e 2027. Os analistas estimam retorno total ao acionista anual de aproximadamente 16% nos próximos três anos, chegando a cerca de 22% ao ano considerando o múltiplo-alvo da casa de aproximadamente 11 vezes o lucro. Essa projeção implica rendimento de dividendos de aproximadamente 10% para 2026, com pagamento de 100%, incluindo recompra de ações.

A perspectiva dos analistas é clara sobre o posicionamento da Lojas Renner no portfólio. "Continuamos a ver a Lojas Renner muito mais como uma ação de valor/carry do que como uma história de crescimento, e o carry atual, com a empresa agora devolvendo mais caixa aos acionistas, a torna uma ação com potencial de valorização", afirmam.

Apesar de manter a recomendação de compra para a Lojas Renner, o Itaú BBA continua preferindo a C&A como escolha preferencial no setor. Os analistas apontam que a C&A negocia abaixo de 6 vezes o preço sobre o lucro de 2026, representando desconto superior a 30% em relação à Lojas Renner. Além disso, a C&A começa a superar novamente o mercado em termos de crescimento.

O encerramento da "taxa das blusinhas" representa um risco para a tese, porém o Itaú BBA avalia que o interesse em torno dos nomes asiáticos é menor atualmente quando comparado com dois anos atrás. Os analistas estimam que os impostos de importação permanecerão em torno de 20% e avaliam que as empresas brasileiras estão mais preparadas para lidar com essa situação. "Paralelamente, a maioria das empresas asiáticas começou a terceirizar a produção localmente, portanto, não estamos convencidos de que estejam dispostas a retomar o foco em atividades transfronteiriças, dadas todas essas incertezas tributárias", dizem os analistas.

O desempenho do IDAT de vestuário é identificado como principal risco para a tese de compra da Lojas Renner. "O setor de vestuário é totalmente dependente do momento das negociações. Atingir a meta de crescimento ainda parece um desafio", avaliam os analistas do Itaú BBA.

Ativos mencionados
ITUB4
Fontes
🔗 Money Times (fonte principal) 🔗 Suno: Lojas Renner (LREN3): BBA eleva recomendação, mas mantém C&A como favorita

Conteúdo reescrito pelo Pense Mercado com base nas fontes acima. Não constitui recomendação de investimento.

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