EXES11 avança 0,63% e supera IFIX; fundo mantém dividendo estável
O EXES11 encerrou o pregão desta segunda-feira (10) com valorização de 0,63%, fechando a R$ 9,66, em sentido oposto ao desempenho geral do mercado de fundos imobiliários. A cota oscilou entre R$ 9,64 e R$ 9,68 ao longo da sessão, após abertura em R$ 9,68, e fechou próxima da máxima do dia. O desempenho destoou do IFIX, que recuou 0,76% no mesmo período, atingindo 3.742,33 pontos, consolidando a superação do fundo em relação ao índice de referência.
A trajetória técnica do EXES11 segue positiva. O preço atual permanece acima da média móvel de R$ 9,31, sinalizando continuidade do movimento observado nos últimos meses. O fechamento próximo à máxima intradiária reforçou a força compradora ao longo do pregão. A valorização acumulada indica que a cota negocia em patamar superior aos níveis do início do ano, segundo dados divulgados pela gestora.
No tocante aos proventos, o fundo imobiliário manteve a distribuição de R$ 0,13 por cota referente ao resultado de junho, completando o 18º mês consecutivo no mesmo patamar de dividendos. O pagamento foi anunciado em 17 de julho e corresponde a um dividend yield mensal de 1,34% sobre a cota patrimonial. Nos últimos 12 meses, o fundo acumulou dividend yield de 17,13%, enquanto o indicador anualizado atingiu 17,27%, conforme divulgado pela gestora. Além dos proventos recorrentes, o FII encerrou o período com R$ 0,06 por cota em reserva de lucros, mecanismo utilizado para preservar a previsibilidade dos rendimentos distribuídos.
A carteira do EXES11 permaneceu 100% alocada em junho e não recebeu novos investimentos no mês. O portfólio segue diversificado, com 20 ativos distribuídos em nove segmentos da economia. Mesmo sem aquisições no período, o fundo informou que avança na estruturação de novas operações. Entre elas está um CRI de R$ 22,5 milhões, destinado ao financiamento da conclusão de um empreendimento vertical, com remuneração de CDI + 5% ao ano.
Conteúdo reescrito pelo Pense Mercado com base nas fontes acima. Não constitui recomendação de investimento.