Celina Leão lidera segundo turno no DF com 53%; Leandro Grass tem 33%
A primeira pesquisa do Instituto Quaest no Distrito Federal para o segundo turno das eleições ao governo local mostra a atual governadora Celina Leão (PP) na liderança das intenções de voto. O levantamento, encomendado pela Globo, é o primeiro divulgado desde a definição do segundo turno entre Celina e o candidato Leandro Grass (PT).
Segundo a pesquisa divulgada nesta segunda-feira, Celina Leão aparece com 53% das intenções de voto no segundo turno, enquanto Leandro Grass, do PT, registra 33%. Os votos em branco, nulos ou de eleitores que não pretendem votar somam 8%, e 6% dos entrevistados não sabem em quem votar. A margem de erro da pesquisa é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.
O grau de decisão dos eleitores também foi medido pela Quaest. Conforme o levantamento, 88% dos eleitores entrevistados afirmam que a escolha do candidato é definitiva, enquanto 12% dizem que ainda podem mudar o voto até o dia da eleição. O segundo turno será realizado em 25 de outubro, quando os eleitores também escolherão o próximo presidente da República, na disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A pesquisa ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número DF-08737/2026.
Os dados do segundo turno refletem resultado similar ao do primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Naquela ocasião, Celina recebeu 49,93% dos votos válidos, com 825.530 votos, enquanto Grass obteve 34,47%, com 569.930 votos.
Além da intenção de voto, a Quaest também mediu a avaliação da gestão de Celina Leão, que assumiu o governo do Distrito Federal em março deste ano, após a saída de Ibaneis Rocha (MDB). Para 39% dos entrevistados, a administração da governadora é ótima ou boa, registrando crescimento em relação aos 31% apontados na pesquisa de 29 de setembro. A avaliação regular caiu de 36% para 30%, enquanto a parcela que considera a gestão ruim ou péssima recuou de 26% para 25%. Outros 6% não souberam responder, ante 7% no levantamento anterior.
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