BTCI11 e BTHF11 mantêm distribuições estáveis em julho com yields acima de 1,1%
Os fundos imobiliários BTCI11 e BTHF11 anunciaram as distribuições de dividendos referentes ao mês de julho, mantendo patamares de rendimento consistentes e reforçando a regularidade nas remunerações aos cotistas. Os proventos serão creditados em 14 de julho, com data-base de 7 de julho.
O BTCI11 confirmou o pagamento de R$ 0,105 por cota, valor idêntico ao do mês anterior. O fundo elevou o patamar de distribuição em junho e agora o preserva em novo patamar, acima do que vinha sendo praticado anteriormente. Considerando a cotação de fechamento de junho de R$ 9,12, o pagamento corresponde a um Dividend Yield mensal de 1,15%. A base para a distribuição está vinculada aos resultados de junho.
Por sua vez, o BTHF11 fixou os dividendos em R$ 0,101 por cota, repetindo pelo sexto mês consecutivo o mesmo valor referente à competência de junho de 2026. Com a cotação de fechamento de junho em R$ 8,92, o valor distribuído equivale a um Dividend Yield mensal de 1,13%. A manutenção do patamar acompanha a sinalização previamente indicada pela gestão para o semestre, estando em linha com o guidance estabelecido.
Para investidores pessoas físicas, ambas as distribuições contam com isenção de Imposto de Renda, conforme as regras aplicáveis a fundos imobiliários, preservando integralmente o valor creditado na conta do investidor.
No que diz respeito à carteira do BTCI11, ao término de maio, 96% do patrimônio líquido encontrava-se alocado em 32 operações. A administração informa que segue originando e avaliando novas oportunidades, priorizando ativos com garantias robustas e diversificação adequada. O segmento logístico apresenta maior participação, com 39% do patrimônio líquido, seguido pelo residencial com 25% da carteira. Segundo a gestão, os fundamentos do setor logístico permanecem favoráveis, sustentados pela combinação de demanda resiliente e oferta limitada de ativos de qualidade, contribuindo para a manutenção da ocupação em patamares saudáveis.
O BTHF11, por sua vez, apresenta carteira diversificada entre diferentes segmentos. Ao fim de maio, a carteira estava majoritariamente concentrada em fundos imobiliários de tijolo, que respondiam por 42% do portfólio, enquanto FIIs de papel e CRIs representavam cada um 20% das alocações. O caixa equivalia a 16% do total, e a fatia remanescente estava dividida entre ativos reais e ações, com 1% em cada classe. A composição está alinhada ao mandato do veículo.
Em maio, o BTHF11 apurou resultado de R$ 19,512 milhões, com receitas que somaram R$ 21,278 milhões. A gestão reforçou que a estratégia tem buscado preservar regularidade na geração de caixa para sustentar o ritmo de pagamentos. Para o segundo semestre de 2026, a administração manteve guidance no intervalo de R$ 0,10 a R$ 0,105 por cota. No acumulado de doze meses, o retorno total dos rendimentos do fundo atingiu 18%, superando os 12% registrados pelo IFIX no mesmo intervalo.
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