PETR4 - - VALE3 - - ITUB4 - - BBDC4 - - WEGE3 - - IBOV - -
📊 Economia

Armadores recusam escolta dos EUA no Estreito de Ormuz após ataques iranianos

🕐 16/07/2026 às 06:00 👁 0 visualizações
Empresas de navegação evitam usar esquema de trânsito pelo Estreito de Ormuz orientado pelos EUA devido a ataques iranianos a embarcações. Desde julho, cinco navios foram atacados na rota alternativa próxima à costa de Omã.

Empresas de navegação estão evitando utilizar um esquema de trânsito pelo Estreito de Ormuz orientado pelas forças militares dos Estados Unidos, depois que uma onda de ataques iranianos a embarcações gerou preocupações com a segurança, de acordo com sete fontes do setor de segurança marítima e do setor de navegação.

Durante décadas, os navios entravam e saíam do Golfo Pérsico utilizando um conjunto seguro de rotas no meio do estreito, estabelecido pela agência de navegação da ONU em 1968 e conhecido como Esquema de Separação de Tráfego. Desde o início da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro, as forças iranianas minaram essa área, forçando as embarcações a utilizar uma das duas rotas improvisadas próximas à costa iraniana ou à costa de Omã.

Em junho, a Reuters informou que as forças dos EUA haviam auxiliado a passagem de navios como parte de uma operação envolvendo dezenas de transferências secretas de petróleo de navio para navio, a fim de manter o fluxo das exportações de energia do Golfo. A iniciativa utilizou drones aéreos e aquáticos, bem como helicópteros, para guiar os petroleiros. A operação possibilitou a exportação de dezenas de milhões de barris de petróleo, ajudando a amenizar o impacto sobre os preços da energia causado pela maior interrupção já registrada no abastecimento de petróleo e gás.

No entanto, as empresas de transporte marítimo estão avaliando a rota no lado de Omã do estreito como cada vez mais perigosa. A Guarda Revolucionária do Irã assumiu, na terça-feira, a responsabilidade pelos ataques a dois superpetroleiros dos Emirados Árabes Unidos. Cerca de cinco navios foram atacados desde 7 de julho — três superpetroleiros de petróleo bruto, um navio-tanque de GNL e um navio porta-contêineres — em águas de Omã que estavam sob o esquema dos EUA, de acordo com uma análise dos incidentes baseada em dados da agência de navegação da ONU.

Uma fonte do setor de navegação afirmou: "Os EUA não parecem ter nenhum controle sobre a situação", acrescentando que sua empresa havia optado por não navegar pelo estreito devido a preocupações com a segurança da tripulação e à deterioração da situação de segurança. Segundo a mesma fonte, "a capacidade contínua do Irã de atacar navios que navegam pela rota de Omã significa que a solução proposta pelo governo Trump para manter os navios em movimento provavelmente não funcionará".

💬 Comentários
Seja o primeiro a comentar.
Ativos mencionados
GNL
Fontes
🔗 InfoMoney (fonte principal) 🔗 Money Times: Embarcações se recusam a passar pelo Estreito de Ormuz mesmo sob escolta dos EUA

Conteúdo reescrito pelo Pense Mercado com base nas fontes acima. Não constitui recomendação de investimento.

📰 Notícias relacionadas
📊 Economia
Fumaça de incêndios canadenses e calor extremo atingem NY e NJ antes da final da Copa...
16/07/2026
📊 Economia
Anne Hathaway integra elenco de 'A Odisseia' de Christopher Nolan...
16/07/2026
📊 Economia
Espanha e Argentina fazem final da Copa do Mundo 2026...
15/07/2026
🐛
🐛 Reportar Erro / Bug

Descreva o erro que encontrou. Isso nos ajuda a melhorar o Pense Mercado.